![[Atelier de Cerâmica Suenaga & Jardineiro]](images/logo1.jpg)
![[foto 1]](images/picture0.jpg)
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Extraídas na região, as
argilas são envelhecidas com a textura e
a plasticidade adequadas para a modelagem de
esculturas, painéis, mosaicos, objetos,
recipientes para arranjos, potes e vasos
com pintura azul-cobalto e ferro,
aparelhos de jantar, travessas
refratárias e utilitários resistentes a
lava-louças, microondas e forno a gás
de cozinha.
![[foto 3]](images/picture3.jpg)
Os esmaltes são formulados
e preparados com cinza de casca de arroz,
cinza de eucalipto e minerais decantados.
A cerâmica é queimada a lenha em forno
Noborigama de quatro câmaras em
desnível a 1400 graus de temperatura,
sinterizando a argila e criando
superfícies vitrificadas de grande
resistência e qualidade.
![[foto 5]](images/picture5.jpg)
O posicionamento das
cerâmicas no forno, de acordo com a
circulação das chamas e das cinzas,
explora o efeito de oxidação e
redução causado pela variação do
oxigênio disponível para a combustão
da lenha, definindo cores e criando
resultados inesperados a cada queima.
![[foto 7]](images/picture7.jpg)
A cerâmica é a
transformação da matéria, sua
ascensão, a prova do fogo: argila
amolecida com água, modelada pela mão
humana, queimada, tornada um novo ser. O
barro é a matéria, mas o processo se
realiza através do fogo, o fascínio
principal da cerâmica, o mito da
criação do homem e do mundo.
![[foto 9]](images/picture9.jpg)
VISITA AO ATELIER
O Atelier SJ mantém as cerâmicas em
exposição no próprio ambiente de trabalho, ao pé do forno, e a visita é uma
boa oportunidade para observar a integração da natureza com o barro, a lenha,
o forno e a energia que motiva o trabalho artístico. O atelier está aberto ao
público diariamente, das 9 às 18h, inclusive nos feriados e finais de
semana.
![[foto 11]](images/picture11.jpg)
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Cerâmica modelada na argila, pré-queimada, esmaltada, pintada e enfornada nas câmaras do Noborigama. Queima de 30 horas de fogo constante com lenha de eucalipto resinoso que libera caloria sem acumular brasas. A temperatura se eleva a 1400ºC, fundindo os minerais dos esmaltes e produzindo uma grande língua de fogo que serpenteia pela estrutura refratária entre as cerâmicas, provocando reações surpreendentes entre a soda das cinzas e a sílica da argila, com carência ou excesso de oxigênio, criando superfícies vitrificadas de grande requinte e beleza, características das cerâmicas queimadas no forno Noborigama.

ABERTURA DE FORNADA
A apresentação do fantástico universo da cerâmica de alta temperatura, na boca do forno, com os procedimentos de preparação e modelagem da argila, pintura, esmaltação, enfornamento, queima e esfriamento, culminando com a retirada das cerâmicas vitrificadas, atraíndo visitantes de vários lugares do país.


A retirada das cerâmicas depois de esfriamento lento é uma experiência inesquecível, coroada de surpresas, júbilo e encantamento compartilhado; momento ilustrativo da maestria e caráter excepcionais das cerâmicas vitrificadas no forno Noborigama


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Saiba mais sobre o NOBORIGAMA ateliesj@uol.com.br
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BIOGRAFIA
Kimiko Suenaga
Nascida no Japão, manteve atelier de cerâmica com forno a gás em Tóquio até 1984, quando se mudou para o Brasil. Montou atelier em Cunha e, influenciada pela exuberância da natureza e diversidade cultural, passou a desenvolver pinturas e esculturas. Prêmio Salão Nacional de Cerâmica de Curitiba. Exposição Individual Galeria SESC Paulista. Exposição Individual Galeria Yamanashi, Japão. Exposição Comemorativa do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil na Assembléia Legislativa de São Paulo, 2008
Gilberto Jardineiro
Ceramista e Astrônomo Amador, nascido em São Paulo , foi músico, fotógrafo, redator e assistente de direção de cinema. Viveu três anos na Suécia e iniciou-se em cerâmica no Japão, onde permaneceu por cinco anos. Montou atelier de cerâmica em Cunha, em 1985, com forno a lenha Noborigama. A partir de 1988, introduziu a Abertura de Fornada com apresentação e exposição das cerâmicas no próprio atelier, contribuindo na atração do público culturalmente interessado que visita os ateliês da cidade, participando da transformação de Cunha em pólo de cerâmica artística reconhecido no país e no exterior. É Cidadão Cunhense em título outorgado pela Câmara Municipal em abril de 1994 e foi Secretário Municipal de Turismo e Cultura de 2001 a 2004, contribuindo para o desenvolvimento turístico da Estância Climática de Cunha
CERÂMICA
Considerado o maior núcleo de cerâmica artística do país, o leigo e o aficionado descobrem em Cunha um roteiro surpreendente e inesquecível para o apreciador que se encanta com a arte da cerâmica e a excepcional qualidade e variedade dos ateliês. Influências da tradição oriental (introduzida em 1975 com o forno Noborigama), mescladas com a tradição indígena-ibérica das paneleiras e condimentadas mais recentemente com a presença da cerâmica de estúdio, compõem a formação da identidade contemporânea dos ceramistas e da cerâmica como arte de expressão. Nos ateliês abertos à visitação podem ser encontradas cerâmicas queimadas da baixa à alta temperatura para endurecer a argila e torná-la cerâmica. Partindo da terracota dos pequenos fornos à lenha a 850ºC, o gradiente de temperatura sobe a 950-1180ºC dos fornos elétricos de pequeno porte e dos fornos de Raku e entra na temperatura onde a argila começa a ser sinterizada em pedra, 1.180ºC-1300ºC, com os fornos a gás. Altas temperaturas são atingidas com os fornos Noborigama de várias câmaras em várias horas de queima à lenha para vitrificar a argila de 1300ºC a 1400ºC com pedras moídas, minerais decantados, cinza de casca de arroz e cinza de lenha de eucalipto, originando cerâmicas surpreendentes. Esculturas, painéis, mosaicos, objetos, cerâmicas para a mesa, para o olhar e para fazer parte do dia-a-dia; cada ateliê cultiva sua própria identidade e característica e possui o seu próprio espaço onde o ceramista pode ser artista, artesão, escultor, artista plástico, arquiteto, pintor, o que for. Para conhecer todos os ateliês solicite pelo e-mail suenagajardineiro@gmail.com![]()

É PRECISO VIVER CUNHA
É preciso viver Cunha longe da poluição e da ansiedade, redescobrir as pequenas coisas boas da vida, bater um papo gostoso, encher os olhos e a alma de paisagens, sentar na varanda e deixar que o por do sol nos ilumine por dentro, caminhar sem pressa e sentir a vibração da natureza que purifica.
VISITE CUNHA
Com o outono tem início a temporada de frio nas montanhas da Serra do Mar e a bela e singela Cunha continua sendo a cidade pacata de povo hospitaleiro como alternativa interessante e sensata para alguns dias de sossego e tranquilidade entre paisagens naturais deslumbrantes e rico folclore popular, oferecendo as delícias da Festa do Pinhão (16/abril a 02/maio), os tapetes de Corpus Christi (03/junho/quinta), o Festival de Inverno Acordes na Serra (mês de julho) e atividades culturais que incluem as Aberturas de Fornada e Queima de Cerâmica em vários ateliês, passeios ambientais, trilhas na Mata Atlântica e para comemorar o frio, saudar o ar puro e completar o passeio, um prato cheio de delícias gastronômicas nos restaurantes desta estância climática, com hospedagem atenciosa e acolhedora, como de costume na vida do campo.

HOSPEDAGEM
Mantendo a tradição de hospitalidade característica do modo de vida no campo, Cunha oferece hospedagem diversificada, em boa parte derivada do sítio que se converteu ao atendimento do visitante, e conta em sua estrutura com alguns bons hotéis-fazenda de amplos espaços, várias pousadas com aconchego e lazer e, na área urbana, hospedagem conveniente e econômica. Para conhecer todas as opções, solicite pelo e-mail suenagajardineiro@gmail.com o PDF - HOSPEDAGEM EM CUNHA - Guia Nascentes do Paraíba do Sul, de João Rural.
GASTRONOMIA
Em Cunha, a culinária também agrega a tradição popular histórica da comida da roça ao requinte do paladar de pratos sofisticados. Trutas, carnes, massas artesanais, shiitake e especialidades criadas no sabor e no charme compõem, com a comida caseira, o cardápio que pode ser deliciado nos restaurantes e pousadas da estância. Vários restaurantes valem o passeio gastronômico pela arte da culinária. Para conhecer todas as opções, solicite pelo e-mail suenagajardineiro@gmail.com o PDF - GASTRONOMIA EM CUNHA - Guia Nascentes do Paraíba do Sul, de João Rural.
ACESSOS
Os acessos a Cunha são de qualidade. Quem parte de São Paulo conta com o sistema Airton Senna/Carvalho Pinto até Taubaté e a NovaDutra até Guaratinguetá. Para quem vem do Rio a NovaDutra é ótima opção para evitar a Rio-Santos no litoral. O acesso a Cunha por Paraty está interditado. De Guaratinguetá a Cunha, a SP171 Rodovia Paulo Virgínio está liberada para o tráfego no acesso ao município.
COMO CHEGAR EM CUNHA
![[mapa]](images/map1.jpg)
COMO CHEGAR NO ATELIER
![[mapa]](images/picture13a.jpg)
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![[Atelier de Cerâmica Suenaga & Jardineiro]](images/logo1.jpg)
R. Dr. Paulo Jarbas da Silva, 150
Estância Climática de Cunha SP
12530-000
Tel. (12) 3111-1530
http://www.ateliesj.com.br
ateliesj@uol.com.br
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e hospedado pela
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